Painel de Led Para Postos de Combustivel

painel de led

 

Mais visibilidade para os consumidores e a chance de atrair novos clientes à Revenda. É o que proporcionam os painéis eletrônicos de preços em postos de combustíveis, já bastante comuns em estados como São Paulo e Rio e Janeiro e ainda pouco utilizados em Minas Gerais. O investimento, que gira entre R$ 4.800 e R$ 11,5 mil, pode ser válido, sobretudo para os estabelecimentos que estão com a visibilidade comprometida. Além disso, em momentos de crise econômica, boas ideias para conquistar os clientes podem fazer a diferença. Para a arquiteta Jacqueline Ferreira, o uso do painel eletrônico pode, sim, ser uma boa opção para a Revenda. “Os preços ficam mais evidentes, o que ajuda os motoristas a definir, com certa antecedência, sobre o abastecimento naquele posto de combustíveis”, avalia. Ela acrescenta que, porém, é importante o atender a legislação vigente para que o empreendimento não seja notificado. As exigências para o uso do painel estão estabelecidas na Resolução ANP 41/2013, que tem abrangência nacional por ser uma legislação federal. Com isso, a norma não muda de uma cidade para outra, embora cada revendedor tenha a possibilidade de buscar o modelo que melhor lhe convém, desde que atenda os critérios legais.

A Resolução obriga o revendedor exibir os preços de todos os combustíveis automotivos comercializados no estabelecimento, para paga – mento à vista. O totem com esses valores preci – sa estar na entrada do local, de modo destacado e de fácil visualização a distância, tanto durante o dia quanto à noite. Além disso, os preços por litro de todos os combustíveis deverão ser ex – pressos com três casas decimais, no painel e nas bombas medidoras. Aprovado Alexandre Marques Carabetti, proprietário do Posto 2000, em Belo Horizonte, utiliza o painel eletrônico de preços há dois anos. “Coloquei após o fim das obras do Move (transporte rápido por ônibus, presente nas principais avenidas de BH), que comprometeu a visibilidade do estabeleci – mento, em função da construção de passarelas quase em frente ao posto. Resolvi colocar o to – tem para chamar a atenção dos clientes, e valeu a pena”, avalia. Cabaretti ressalta que, na época, não havia tantas opções de fornecedores do equipamento, e ele precisou construir o totem contando com mais de uma empresa para que ele fosse viabi – lizado. “Atualmente, existem painéis de todos os preços, e o revendedor precisa avaliar o que me – lhor atende a sua necessidade. O meu totem, por exemplo, mostra o preço de cinco combustíveis, em uma face”, explica. Para o empresário, o investimento realmen – te pode contribuir para o negócio se o posto de combustíveis tiver preços competitivos, visto que a luz de LED do equipamento realmente atrai o olhar das pessoas. “O mercado poderia, inclusi – ve, começar a pensar em totens mais modernos, com uso de televisores, que não fossem tão está – ticos”, conclui. O segmento está atento às novas oportunida – des de negócio fomentadas pelo painel eletrônico de preço. De acordo com Andersen Vasconcelos de Melo, diretor da RGB 7, que atua na área desde 1996, esse tipo de equipamento está se popula – rizando pelos benefícios que proporciona à Re – venda. “É uma ferramenta que permite dar maior destaque aos valores dos produtos e às promo – ções. Hoje, já é possível também colocar mensa – gens acima da relação de preços e agregar peças e campanhas de marketing”, ressalta. O valor do investimento depende do número de combustíveis que serão expostos e, também, se os preços aparecerão em uma ou duas faces. Anderson explica que o painel é fácil de ser ma – nuseado e de efetuar a troca das informações. “Os números são iluminados e extremamente visíveis para o consumidor. Vale ressaltar que atende os padrões estabelecidos pela legislação”, afirma.

Fonte: Revista MP

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